Quem sou eu
Sobre Mim
Meu nome é Patrícia e cheguei aos 40+ carregando histórias que não cabem em filtros.
Sou mulher, profissional da beleza há mais de 25 anos, empreendedora, estudante, cristã e alguém que aprendeu, muitas vezes pela dor, a valorizar a vida, o autocuidado e a fé.
Ao longo da minha jornada, enfrentei desafios profundos de saúde, momentos de incerteza, recomeços e escolhas difíceis. Aprendi que envelhecer não é perder valor — é ganhar consciência, força e propósito.
Criei o Rejuvenescendo aos 40+ para conversar com mulheres reais, que sentem as mudanças no corpo, na mente e na alma, mas que desejam continuar se cuidando, se sentindo bonitas, confiantes e amadas por Deus.








Minha história parte 1
Osteomalácia Hipofosfatêmica: minha história de superação, fé e autocuidado
Aos 21 anos de idade, fui diagnosticada com osteomalácia hipofosfatêmica, uma doença rara óssea que afeta a absorção do fósforo pelo organismo. Chegar até esse diagnóstico levou quase um ano de dores, exames e incertezas — um período que marcou profundamente o meu corpo, minha mente e minha fé.
Hoje, aos 40+, compartilho essa história no Rejuvenescendo aos 40+ porque acredito que falar sobre saúde, autocuidado, espiritualidade e recomeços é também uma forma de cura.
O que é osteomalácia hipofosfatêmica?
A osteomalácia hipofosfatêmica é uma condição rara caracterizada pela dificuldade do organismo em manter níveis adequados de fósforo no sangue. O fósforo é essencial para a saúde dos ossos, e sua deficiência pode causar:
Dores ósseas intensas e persistentes
Fraqueza muscular
Fraturas frequentes
Fadiga extrema
Dificuldade para andar ou perda de mobilidade
Por ser uma doença pouco conhecida, o diagnóstico costuma ser tardio, o que agrava os sintomas e impacta diretamente a qualidade de vida.
Quando o diagnóstico demora, a saúde emocional também sofre
Foram quase 12 meses sem respostas, convivendo com dores constantes e limitações físicas. Nesse período, enfrentei um quadro de depressão, algo muito comum em pessoas que convivem com doenças raras e dores crônicas.
Quando o corpo adoece por muito tempo, a mente sente. E quando a mente enfraquece, tudo parece mais pesado.
A importância da família, dos amigos e da espiritualidade
Foi nesse momento que entendi, na prática, que ninguém vence uma doença difícil sozinho. O apoio da minha família e dos amigos foi essencial, mas a minha vida espiritual teve um papel decisivo na minha caminhada.
Por isso, sempre reforço a importância de fazer parte de um grupo espiritual ou comunidade de fé. A igreja foi um lugar de acolhimento, oração e sustentação emocional. Houve dias em que minha fé era pequena, mas outras pessoas oraram por mim.
Três anos entre o diagnóstico e o tratamento
Entre o diagnóstico e o início do tratamento adequado, se passaram três anos longos e desafiadores. Em parte desse período, fiquei sem andar, dependendo de ajuda para atividades simples do dia a dia.
Fiz fisioterapia, segui o tratamento rigorosamente e aprendi a respeitar o tempo do meu corpo. Mesmo nos dias mais difíceis, mantive algo constante: a oração.
Fé em Jesus durante o processo de recuperação
Nem sempre minhas orações eram longas. Muitas vezes, eram silenciosas. Mas Jesus nunca deixou de ouvir. Quando minhas forças se esgotavam, a força d’Ele me sustentava.
Cada pequeno avanço foi uma vitória. Cada passo dado novamente foi um milagre.
O que essa experiência me ensinou aos 40+
Hoje, olhando para trás, entendo que essa experiência foi muito mais do que uma cura física. Foi um processo profundo de autoconhecimento, fé e autocuidado.
Aprendi que:
O corpo precisa ser ouvido
A saúde deve ser prioridade
O autocuidado não é luxo, é necessidade
A espiritualidade fortalece a alma nos dias difíceis
A osteomalácia hipofosfatêmica faz parte da minha história, mas não define quem eu sou.
Uma palavra para quem enfrenta uma doença rara
Se você está vivendo um diagnóstico difícil, uma doença rara ou um tempo de espera que parece não ter fim, quero te dizer: Deus não se ausenta no silêncio. Mesmo quando você não vê, Ele continua trabalhando.
Você não está sozinha.
🌿 Autocuidado também faz parte do tratamento
Além do acompanhamento médico, o autocuidado diário é essencial para quem convive com dores crônicas, cansaço e processos de recuperação. Ao longo da minha jornada, alguns itens foram importantes para meu bem-estar físico e emocional.
👉 Aqui estão alguns produtos que podem auxiliar no autocuidado diário:
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💙 Sobre o Rejuvenescendo aos 40+
Este blog é um espaço de acolhimento, verdade e recomeços. Aqui falamos sobre saúde, fé, autoestima, beleza real, autocuidado e a vida como ela é — especialmente para mulheres 40+.
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Trabalho
Crescimento e desafios
Compartilho aqui minha trajetória pessoal e profissional, mostrando evolução e aprendizado.


Mulheres em ação
Juntas trocando experiências, vamos mais longe...










Em Jesus Cristo encontrei força para me reinventar e cuidar de mim com amor, mesmo nos dias mais difíceis.
Patricia Mendonça
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